Um coração saudável tem um pacemaker natural que inicia cada batimento cardíaco, no entanto, por vezes, este batimento torna-se demasiado rápido, demasiado lentos ou uma combinação das duas alterações. Assim, torna-se necessário um pacemaker artificial para manter o coração a bater. São introduzidos eléctrodos (1, 2 ou 3, dependendo do caso) numa veia local, e os seus parâmetros são medidos, assim como o otencial intracavitário atrial (onda P). Aceita-se como satisfatória uma onda P superior a 1,5 mV, uma onda R superior a 5 mV, um limiar de estimulação ventricular inferior a 1,0 V e resistência ventricular entre 400 e 800 ohms. Depois, estes eléctrodos são conectados à caixa do pacemaker.
Os pacientes não sentem o funcionamento do pacemaker, no entanto, quando o seu ritmo era muito lento antes da colocação, sentem um batimento acelerado. O pacemaker também não impede o aceleramento da batida, pelo contrário, ele capta as diferentes necessidades fisiológicas entre caminhar, nadar ou cuidar do jardim e, adapta-se, aumentando o ritmo cardiaco para tarefas como as duas primeiras exemplificadas.
Quando o o coração consegue trabalhar por si, o pacemaker passa apenas a intervir quando o ritmo desce abaixo de determinado nível.
Referências
- http://portugal.arrhythmia-europe.eu/docs/Pacemaker%20%20Booklet%20-%20Portguguese.pdf5.12.07wjh.pdf
- http://www.manualmerck.net/?url=/artigos/%3Fid%3D41%26cn%3D610
- http://www.rbccv.org.br/detalhe_artigo.asp?id=96
- http://www.lincx.com.br/lincx/saude_a_z/saude_homem/marcapasso.asp
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
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